Olho teu brilho distante
E penso na minha triste sina
Contempla tal beleza radiante
Mas separado por essa imensa ravina
Te quero tanto, mas consigo tocar
O furor do desejo queima meu coração
Desejo de sentir tua pele e tua boca beijar
Num frenesi sem pressa e exatidão
Mas mina dor é que só posso olhar
Condenado pela distância, à solidão
Como o inverno que anceia o verão
Por enquanto continuo distante
Mirando essa beleza infinita
Tentando seguir adiante.
Mais de uma vez eu tive que levantar da cama ir pra frente do computador e escrever. É um impulso que as vezes vem e assume o controle, resolvi então criar esse espaço para que eu possa expor o resultado dessas horas de insônia.
domingo, 20 de agosto de 2017
quarta-feira, 13 de maio de 2015
Delírios do Inverno
O minuano vem indelével do sul,
Esfriando o céu azul do meu Rio Grande.
Ando nem sei por onde, nem quem sou.
Te procurando em cada parada da minha memória
Revisto minha história na tua vida,
Mas só acho saídas, nenhuma glória.
O frio me consome nessa solidão desmedida,
Sem você na minha vida nada tem significado,
Assim me sinto obrigado a fechar a ferida.
Porém ainda sonho com você preto de mim,
Sorrindo e dizendo sim, para o meu amor e querer
Acabando com meu sofrer e me desejando enfim.
Esfriando o céu azul do meu Rio Grande.
Ando nem sei por onde, nem quem sou.
Te procurando em cada parada da minha memória
Revisto minha história na tua vida,
Mas só acho saídas, nenhuma glória.
O frio me consome nessa solidão desmedida,
Sem você na minha vida nada tem significado,
Assim me sinto obrigado a fechar a ferida.
Porém ainda sonho com você preto de mim,
Sorrindo e dizendo sim, para o meu amor e querer
Acabando com meu sofrer e me desejando enfim.
terça-feira, 17 de abril de 2012
O Tempo que Passa
O tempo leva a saúde
O tempo leva a beleza
O tempo leva juventude
Ele só não leva a gentileza
***
O tempo leva os medos
O tempo leva a seriedade
O tempo leva os segredos
Ele só não leva a amizade
***
O tempo vem sem se fazer notar
Chega e nos toca sem permissão
E vai aos poucos turvando o olhar
***
Mas ele não leva nenhuma emoção
Elas ficam no peito sempre a lembrar
Dos amigos que guardamos no coração
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Escalate
The rain is back on my window,
It´s so sad, but beautiful.
Like your face, when I´ve gone
Leave of love no trace,
Beside one tear alone.
A tear on a face, a drop on the window glass.
One in the present, other in the past.
I feel now what never will pass.
The lost of love, that appears the last.
The pain resists in my chest
It´s always like this
I go into the rain, in the darkness
The rain falls, falls in my face,
Covering my tears, hiding my sadness.
It´s so sad, but beautiful.
Like your face, when I´ve gone
Leave of love no trace,
Beside one tear alone.
A tear on a face, a drop on the window glass.
One in the present, other in the past.
I feel now what never will pass.
The lost of love, that appears the last.
The pain resists in my chest
It´s always like this
I go into the rain, in the darkness
The rain falls, falls in my face,
Covering my tears, hiding my sadness.
------
Esse é meu primeiro poema em inglês, ele é muito simples, mas tenho muito orgulho dele. Agradecimentos especiais a Prof. Maristela Maciel que corrigiu ele pra mim. Espero que gostem, pretendo escrever outros em inglês, mas isso vai demorar um pouco, acho que gastei todo o meu nesse. Preciso ler mais em inglês...
terça-feira, 11 de maio de 2010
Sigo em Frente
Navego no mar da esperança,
Pois ele é tudo que me resta,
É tudo que tenho,
Tudo que interessa!
Não para nos obstáculos
Não escuto pessimismos.
Não me curvo às derrotas,
Não me prendo em amarras
O passado já foi e o futuro está longe
Vivo o agora, o hoje, e por ai afora
Trago o horizonte comigo
Trago a fumaça do presente
Inspiro as alegrias que encontro
Inspiro a esperança em meus irmãos
Sigo assim, com rosto rizonho,
Só esperança, nada além de sonhos.
Pois ele é tudo que me resta,
É tudo que tenho,
Tudo que interessa!
Não para nos obstáculos
Não escuto pessimismos.
Não me curvo às derrotas,
Não me prendo em amarras
O passado já foi e o futuro está longe
Vivo o agora, o hoje, e por ai afora
Trago o horizonte comigo
Trago a fumaça do presente
Inspiro as alegrias que encontro
Inspiro a esperança em meus irmãos
Sigo assim, com rosto rizonho,
Só esperança, nada além de sonhos.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Lagrimas por Mariana
Como entender a dor da perda,
Como mensurar a falta o vazio.
Me aventuro nesta alameda
Formada de um mármore lúzio.
Sem saber,
Sem entender,
Mas com u enorme sofrer.
O peito dói em agonia
A fala falta e os olhos molham,
Uma angustia que não é minha
É dos que a minha volta chegam
Sinto sua dor fluindo em mim,
A cada um que observo uma nova opressão,
Um tormento sem fim,
Mais um aperto no coração.
Neste caos de dor e angustia me pergunto:
Por que isso tudo?
Não seria melhor celebrar a vida ao invés do luto?
Pensem por um segundo.
Os últimos dias de tristeza sofrida
Apagaram a alegria da vida vivida?
Mas dor não vem da perda,
Ao menos não apenas dela,
O que dói mais é a surpresa.
Que nos amolece as pernas
e inunda a face
Quando uma jovem flor é arrancada
Quase no mesmo instante em que nasce.
Uma flor de 24 primaveras
Me faz pensar nessa vida insana
e derramar estas lágrimas
Para ti: Mariana...
Como mensurar a falta o vazio.
Me aventuro nesta alameda
Formada de um mármore lúzio.
Sem saber,
Sem entender,
Mas com u enorme sofrer.
O peito dói em agonia
A fala falta e os olhos molham,
Uma angustia que não é minha
É dos que a minha volta chegam
Sinto sua dor fluindo em mim,
A cada um que observo uma nova opressão,
Um tormento sem fim,
Mais um aperto no coração.
Neste caos de dor e angustia me pergunto:
Por que isso tudo?
Não seria melhor celebrar a vida ao invés do luto?
Pensem por um segundo.
Os últimos dias de tristeza sofrida
Apagaram a alegria da vida vivida?
Mas dor não vem da perda,
Ao menos não apenas dela,
O que dói mais é a surpresa.
Que nos amolece as pernas
e inunda a face
Quando uma jovem flor é arrancada
Quase no mesmo instante em que nasce.
Uma flor de 24 primaveras
Me faz pensar nessa vida insana
e derramar estas lágrimas
Para ti: Mariana...
segunda-feira, 11 de maio de 2009
A Caçada
Você passa alheia ao perigo,
Cega para minha presença.
Caminha segura, sem nada a ser temido.
Mal sabe que decretei sua sentença.
Sigo você nos braços da eterna noite,
Oculto nas sombras dos becos,
Esperando pelo meu deleite,
Escondido nos mitos e ecos,
De um passado de danação.
Perdido nas lendas e afins.
Busco minha determinação,
Na sede que carrego em mim.
Na vontade de viver através de ti.
De atravessar a eternidade
Século após século sorvendo tua vitae.
Por isso mantenho a serenidade.
Chegando cada vez mais perto,
Vejo agora você sob luzes da cidade,
E te conduzo para o destino certo.
Com teus olhos fixos nos meus,
Faço teus pés seguirem meu traço.
Cambaleante e embevecida por densos véus.
Até encontrar meu frio e final abraço.
Cega para minha presença.
Caminha segura, sem nada a ser temido.
Mal sabe que decretei sua sentença.
Sigo você nos braços da eterna noite,
Oculto nas sombras dos becos,
Esperando pelo meu deleite,
Escondido nos mitos e ecos,
De um passado de danação.
Perdido nas lendas e afins.
Busco minha determinação,
Na sede que carrego em mim.
Na vontade de viver através de ti.
De atravessar a eternidade
Século após século sorvendo tua vitae.
Por isso mantenho a serenidade.
Chegando cada vez mais perto,
Vejo agora você sob luzes da cidade,
E te conduzo para o destino certo.
Com teus olhos fixos nos meus,
Faço teus pés seguirem meu traço.
Cambaleante e embevecida por densos véus.
Até encontrar meu frio e final abraço.
Assinar:
Postagens (Atom)