O minuano vem indelével do sul,
Esfriando o céu azul do meu Rio Grande.
Ando nem sei por onde, nem quem sou.
Te procurando em cada parada da minha memória
Revisto minha história na tua vida,
Mas só acho saídas, nenhuma glória.
O frio me consome nessa solidão desmedida,
Sem você na minha vida nada tem significado,
Assim me sinto obrigado a fechar a ferida.
Porém ainda sonho com você preto de mim,
Sorrindo e dizendo sim, para o meu amor e querer
Acabando com meu sofrer e me desejando enfim.