Ter tempo por algum tempo,
Perder tempo o tempo todo.
Arranjar tempo quase nunca,
Reclamar do tempo quase sempre.
Porque tinha tempo.
Tempo perdido no espaço
Hoje sem tempo para cansaço.
Quero um pouco mais de tempo!
Tempo para mim agora.
Tempo para dentro...
Para outro tempo...
Tempo noutra hora...
Mais de uma vez eu tive que levantar da cama ir pra frente do computador e escrever. É um impulso que as vezes vem e assume o controle, resolvi então criar esse espaço para que eu possa expor o resultado dessas horas de insônia.
sexta-feira, 23 de maio de 2008
domingo, 11 de maio de 2008
Adoro...
Perder meus dedos em teus cabelos
Afogar-me em tua pele perfumada
Enlouquecer com teus beijos
Te amar na madrugada
Viver os teus desejos
Confidenciar tua loucura
Elevar-me em delirantes ensejos
Tocando tua carne nua
Para num efêmero momento
De fugas satisfação
Perceber o amor contido
Nas batidas de teu coração
Afogar-me em tua pele perfumada
Enlouquecer com teus beijos
Te amar na madrugada
Viver os teus desejos
Confidenciar tua loucura
Elevar-me em delirantes ensejos
Tocando tua carne nua
Para num efêmero momento
De fugas satisfação
Perceber o amor contido
Nas batidas de teu coração
sábado, 10 de maio de 2008
Minha Mãe
Nos teus olhos vejo a saída,
Das tuas mãos tomo o carinho,
Do teu ventre recebi a vida,
No teu amor encontrei o caminho.
Ando pelo destino que tracei
Mas sempre levando aquilo que deixei,
Dos conselhos da minha melhor amiga
Aos momentos de amizade e calor.
É por isso mãe querida,
Que te desejo todo o meu amor.
Das tuas mãos tomo o carinho,
Do teu ventre recebi a vida,
No teu amor encontrei o caminho.
Ando pelo destino que tracei
Mas sempre levando aquilo que deixei,
Dos conselhos da minha melhor amiga
Aos momentos de amizade e calor.
É por isso mãe querida,
Que te desejo todo o meu amor.
quinta-feira, 8 de maio de 2008
O Espelho
Reflito sua força,
Reflito sua perseverança,
Reflito sua vida
E sua esperança.
Mas quando perco a sua imagem,
Não sobra nem miragem.
Sem você não sou nada.
Só o pálido vidro liso e frio,
Uma superfície podre e calada,
Nada mais que um espelho vazio.
Reflito sua perseverança,
Reflito sua vida
E sua esperança.
Mas quando perco a sua imagem,
Não sobra nem miragem.
Sem você não sou nada.
Só o pálido vidro liso e frio,
Uma superfície podre e calada,
Nada mais que um espelho vazio.
Folhas de Outono
Já nem posso contá-las
Caídas ao longo do tempo,
Acumuladas no chão poeirento,
Sem ninguém para juntá-las.
Cada qual com sua história.
Mistério, ironia e memória,
Misturado nas sobras das janelas.
Ilusões de vidas recriadas,
Pedaços perdidos de existências fictícias.
Desejos cheios de malícias,
Por amadas nuca possuídas.
Já nem penso em contá-las,
Pois seu número sem fim
No caos me leva a olha-las,
Esperando o doce sopro do Serafim.
Dia: 2 de abril de 2008
Hora: 03:44
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